Com 70 % de aprovação, Lula pode ser considerado o presidente que na história deste país, obteve a maior aceitação do povo brasileiro.
Muitos fatores ajudam a alavancar este percentual, como por exemplo, a forma de assistir as necessidades do povo, e paliativamente amenizar seu sofrimento.
O que nos preocupa, é como deverá ser o futuro cidadão que sobrevive a estes empenhos de assistencialismo, pois crescer a um ambiente em que seus pais não trabalham, e que o incentivo para a sobrevivência oriunda-se no vale gás, bolsa escola, ou qualquer forma que motive o aumento de natalidade (quanto mais filhos, mais apoio), poderá proporcionar um indivíduo sem perspectiva de crescimento pessoal, ou até mesmo uma pessoa refém de um sistema anestésico (tira a dor mais não resolve).
Todos os programas que visam à melhoria da dignidade humana devem respeitar algumas premissas importantes, pois alienar uma ajuda deixa de ser assistencialismo (que o objetivo é provisório, até que o indivíduo seja auto-sustentável) e torna-se paternalismo, ou seja, o grande paizão que sempre estará sustentando o sistema para que este indivíduo não venha a ser rebelde com o progenitor. Só que, a figura de um pai, deveria ser aquele dos conselhos, que abre os olhos do filho e na dificuldade o ajuda até que as coisas melhorem. No entanto, o que se tem visto é um sistema refém da circunstância, quando se mostra evidente que é proposital tal dependência (quanto maior o número de dependentes, maior o número de votos).
Esta é uma questão que vai além do dar a vara para pescar, como já dito, qualquer sistema de assistencialismo deve concernentemente estar aliado a um incentivo de preparo, ou seja, o indivíduo quando assistido deverá aprender um oficio, ou de contrapartida enquadrar-se a um programa de desenvolvimento pessoal (escolas técnicas...) para que não o torne incapaz ou acomodado com a assistência.
O Brasil já não vive na época dos coronéis feudais, e tem uma potencionalidade que até mesmo o mundo desconhece. Deve-se investir mais na educação, como prova disto é o pós segunda guerra mundial, países como Coréia, Japão, investiram maiusculamente na educação, e hoje são potencias mundiais, no que se refere a tecnologia.
Nosso país deve estar conjuntamente à significativa melhoria educacional ao incentivo do desenvolvimento tecnológico, que ainda nós a importamos.
O que se espera do país, é que pessoas vivam com o sentimento de gratidão, por uma justiça social, mas acima de tudo um sentimento de valor (que com certeza é inestimável), pois ainda existem muitos indivíduos que não querem viver de esmola, mas sim ter uma oportunidade de uma profissão que lhe de o sustento e dignifique a educação dos filhos com o próprio exemplo.
Só assim haverá de ter uma vida meritosa de empenhos e satisfação pelo que se produz.
Só assim deixaremos o controle de natalidade às famílias, pois terão a consciência dos valores de uma família (em virtude da boa educação de base), e que para construí-los deverão ter filhos suficientes que possam sustentar e que quando preciso ser assistidos e não paternizados pelo resto de suas vidas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário