RICARDO TAEKWONDO

RICARDO TAEKWONDO
Taekwondo - Política - Teologia - Ciência Política - Educação Física - Federação - Direito

Igreja Batista Fonte de Vida

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

SER FAIXA PRETA

Ser faixa preta é um privilégio, no mundo das artes marciais, para fazer parte deste colégio, esquecer a humildade, jamais. Faixa preta é o início do infinito, de um aprendizado constante, Disciplina é só mais um quesito, desta doutrina empolgante. Faixa preta não é superioridade, é apenas mais um graduado, não se transforma em celebridade, simplesmente um atleta lapidado. Um faixa preta detesta violência, aprendeu a lutar, para não brigar, usará sempre sua experiência, aos seus discípulos aconselhar. Um faixa preta não conhece derrota, pois ao perder uma luta, sempre se ganha, é mais um detalhe que se adota, futuramente ele usa como artimanha. Um faixa preta não tem inimigo, a paz é sua ideal rotina, nunca é demais ter amigo, isso a própria vida determina.

TAEKWONDO, IT´S MY LIFE!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Assistencialismo ou paternalismo?

Com 70 % de aprovação, Lula pode ser considerado o presidente que na história deste país, obteve a maior aceitação do povo brasileiro.

Muitos fatores ajudam a alavancar este percentual, como por exemplo, a forma de assistir as necessidades do povo, e paliativamente amenizar seu sofrimento.

O que nos preocupa, é como deverá ser o futuro cidadão que sobrevive a estes empenhos de assistencialismo, pois crescer a um ambiente em que seus pais não trabalham, e que o incentivo para a sobrevivência oriunda-se no vale gás, bolsa escola, ou qualquer forma que motive o aumento de natalidade (quanto mais filhos, mais apoio), poderá proporcionar um indivíduo sem perspectiva de crescimento pessoal, ou até mesmo uma pessoa refém de um sistema anestésico (tira a dor mais não resolve).

Todos os programas que visam à melhoria da dignidade humana devem respeitar algumas premissas importantes, pois alienar uma ajuda deixa de ser assistencialismo (que o objetivo é provisório, até que o indivíduo seja auto-sustentável) e torna-se paternalismo, ou seja, o grande paizão que sempre estará sustentando o sistema para que este indivíduo não venha a ser rebelde com o progenitor. Só que, a figura de um pai, deveria ser aquele dos conselhos, que abre os olhos do filho e na dificuldade o ajuda até que as coisas melhorem. No entanto, o que se tem visto é um sistema refém da circunstância, quando se mostra evidente que é proposital tal dependência (quanto maior o número de dependentes, maior o número de votos).

Esta é uma questão que vai além do dar a vara para pescar, como já dito, qualquer sistema de assistencialismo deve concernentemente estar aliado a um incentivo de preparo, ou seja, o indivíduo quando assistido deverá aprender um oficio, ou de contrapartida enquadrar-se a um programa de desenvolvimento pessoal (escolas técnicas...) para que não o torne incapaz ou acomodado com a assistência.

O Brasil já não vive na época dos coronéis feudais, e tem uma potencionalidade que até mesmo o mundo desconhece. Deve-se investir mais na educação, como prova disto é o pós segunda guerra mundial, países como Coréia, Japão, investiram maiusculamente na educação, e hoje são potencias mundiais, no que se refere a tecnologia.

Nosso país deve estar conjuntamente à significativa melhoria educacional ao incentivo do desenvolvimento tecnológico, que ainda nós a importamos.

O que se espera do país, é que pessoas vivam com o sentimento de gratidão, por uma justiça social, mas acima de tudo um sentimento de valor (que com certeza é inestimável), pois ainda existem muitos indivíduos que não querem viver de esmola, mas sim ter uma oportunidade de uma profissão que lhe de o sustento e dignifique a educação dos filhos com o próprio exemplo.

Só assim haverá de ter uma vida meritosa de empenhos e satisfação pelo que se produz.

Só assim deixaremos o controle de natalidade às famílias, pois terão a consciência dos valores de uma família (em virtude da boa educação de base), e que para construí-los deverão ter filhos suficientes que possam sustentar e que quando preciso ser assistidos e não paternizados pelo resto de suas vidas.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

A vida é.

A vida é.

A morte nada mais é do que a ausência de vida, no entanto se não existir vida não haverá morte, logo morte é vida, então a vida é imortal (a vida é ponto final).

A vida calejada

A vida calejada

É natural do ser humano a adaptabilidade com as coisas do meio em que vive. Prova disto, é a acomodação dos pés em um calçado novo após horas de uso, a mão do agricultor se adaptar a uma enxada nova. Enfim nos parece que se torna fácil à vida de conformidades a eventos “naturais” ou nem tanto comuns. Esta deve ser a premissa de estarmos menos esmorecidos com a reação do ser humano em face de tantas aberrações do dia-dia. Como é o caso de seqüestros em massa, adultério, chacina, corrupção, aumento de salários abusivamente entre comuns, etc. Será que o conformismo deu lugar a uma nova moralidade, ou a inversão de valores morais se da ao “ego” da pessoa de salvar sua pele, a dos outros se der tempo. Será que estamos vivendo uma nova vida, a vida calejada?!.

O EMPREENDIMENTO SER HUMANO

O EMPREENDIMENTO SER HUMANO

No ano em que muitas barbáries aconteceram como o "caso" Eloá, o mundo se mostra diferente no que diz respeito à dignidade humana e o amor ao próximo. Muitos destacam este acontecimento, pelo fato de termos a pré-disposição do "competidor", ou seja, primeiro o meu, o do próximo se estiver próximo ou se der tempo, pois o sentimento de individualismo toma conta do mercado de trabalho para galgar nova promoção, nas faculdades pela melhor nota, na roda de amigos para contar vantagens até nas "piadinhas", e na vida para se manter o estereótipo de vencedor ou a imagem do todo "poderoso" independente. Com certeza estes sentimentos e ações mostram uma infinidade de erros que o ser humano comete mesmo que inconscientemente, como no efeito blasé, quando o indivíduo constrói uma muralha para não ser influenciado com as emoções anticapitalistas, atrapalhando o seu desempenho e desenvolvimento no ambiente competitivo que está inserido.
Como esperar bons relacionamentos e a melhora no comportamento individual?
A resposta pode parecer estar muito distante! Mas não está! Foi esta semana que pudemos presenciar uma das mais nobres atitudes humanas, a solidariedade.
Em 1984, Blumenau cidade de Santa Catarina realizou a primeira Oktoberfest, no intuito de arrecadar recursos para reconstruir a cidade de uma grande catástrofe, uma inundação em virtude de muitos dias de chuva fez com que o rio Itajaí-Açu transbordasse e devastasse quase todas as casas de Blumenau. Santa Catarina pôde conhecer a extrema força da natureza. Muitas famílias destruídas como também suas casas e trabalhos.
Vinte e quatro anos depois, infelizmente, o mundo pode reviver esta tragédia novamente. Quase duas semanas de sofrimento e angústia fizeram com que o país se comovesse e mobilizasse perante tamanho desastre. São milhares de pessoas recolhendo matérias de limpeza, mantimentos, água, roupas, para socorrer um desconhecido ou desconhecida. Quem mora a quilômetros de distância de Santa Catarina pode se consolar ao observar as imagens maravilhosas da ação humana, quando polícia militar e corpo de bombeiros receberam inúmeras doações e também voluntários buscando ajudar os necessitados.
Lembro-me, no fim, das palavras de Edmund Burke: ""Para que o mal triunfe basta que os homens de bem se omitam" – creio que isso não está a ocorrer nesta situação tão terrível que os catarinenses vêem passando.

SHOW DE DEMOCRACIA

No país em que o voto em alguns estados não é obrigatório, o dia da eleição não é feriado, e que o percentual de negros não representa a supremacia eleitoral...O mundo presenciou um show de democracia elegendo BARACK OBAMA, um ser humano comum com hábitos comuns, que venceu qualquer preconceito que pudesse impedi-lo de estar a frente da potencia mundial que é os Estados Unidos da América. Com apenas ou suficientemente bem vividos 47 anos, a excelência de OBAMA ultrapassa as fronteiras do frio capitalismo americano, com a frase I HAVE A DREAM. Este sonho que todos os continentes sonharam na corrida eleitoral a casa branca e que hoje se pode tornar uma realidade. Um Americano disposto a acabar com uma guerra inútil, ideológica e egocêntrica, estreitar os relacionamentos entre países em desenvolvimento, e mais do que isso resgatar o sentimento de humanidade esquecida por muitos. É..., desejar sorte a um senador eleito presidente da maior potência mundial é redundância, mas o que se espera é que o sonho não se torne pesadelo, e que tenha uma boa sorte, isto é, aproveitar a “sorte” (oportunidade) que o “mundo” lhe concedeu, aos famigerados sonhadores e esperançosos por dias melhores.

José Ricardo – Cientista Político - ADESG